A equipe do Corpo de Bombeiros de Bom Retiro foi acionada por populares às 21h40min desta segunda-feira (22/07) diretamente no quartel, para atender a um acidente de trânsito no km 134 da BR-282. Após contato com o COBOM, o trem de socorro deslocou-se até o endereço informado.
No local, confirmou-se a natureza da ocorrência: uma colisão entre dois carros, ambos fora da pista. O veículo 01, um Ford Ecosport, era conduzido por um homem de 53 anos, que não sofreu ferimentos e optou por assinar o termo de recusa de atendimento. O veículo 02, um Fiat Strada, era conduzido por um homem de 63 anos, consciente e orientado, que estava deitado de costas na via. Populares relataram que a vítima havia saído do veículo por conta própria e, após caminhar cerca de 300 metros, caiu e permaneceu no local. Ele relatava dores no tórax, abdômen e cabeça.
A vítima foi imobilizada em uma maca rígida e conduzida ao Hospital de Bom Retiro pelo ASU-350. O ABTR-189 realizou a segurança do local até a chegada da PRF, que assumiu a cena.
Com informações: *5° Batalhão de Bombeiros Militar*
Nesta foto histórica de 1928, vemos o Sr. Dorvalino Philippi ao volante do seu imponente “Fordão”. A foto captura um momento único da época, revelando a elegância e o estilo da moda daqueles anos.
O “estiloso” de óculos, como mencionado por Ezilda no Orkut, é uma figura intrigante, assim como o indivíduo que está atrás do Sr. Dorvalino Philippi, cuja identidade ainda permanece desconhecida.
Esta valiosa imagem faz parte do acervo de Terezinha Emília Philippi May, e nos proporciona um vislumbre fascinante do passado de Bom Retiro.
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Nesta foto aérea de Bom Retiro, tirada na década de 1960, podemos apreciar a beleza singular do Jardim Hercílio Luz. Na época, o jardim era um exemplo clássico do estilo francês, conhecido por seus desenhos geométricos e simetria harmoniosa. Este estilo conferia ao local uma elegância e sofisticação que encantava tanto os moradores quanto os visitantes da cidade.
Com o passar dos anos, o Jardim Hercílio Luz passou por modificações significativas, especialmente durante as gestões dos prefeitos Valdir Hemkmaier e Ademar Rosar. Essas mudanças refletiam novas visões urbanísticas e atenderam às necessidades crescentes da população local, mas o charme original do jardim permanece vivo na memória de muitos.
Um pouco acima na foto, podemos ver o imponente prédio da Prefeitura Municipal, um símbolo da administração e do progresso de Bom Retiro. Ao lado, destaca-se o Hospital, uma instituição essencial para a saúde e bem-estar da comunidade.
Esta fotografia, do acervo de Florisvaldo F. Freiberger, é mais do que uma imagem histórica; é um testemunho visual de um tempo em que a arquitetura e a paisagem urbana de Bom Retiro contavam histórias de desenvolvimento, cuidado e mudança. Olhar para essa foto é como viajar no tempo e perceber como a cidade evoluiu, preservando sua essência e adaptando-se aos novos tempos.
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Em 26 de janeiro de 2000, um pequeno avião Embraer Corisco foi forçado a realizar um pouso de emergência no KM 146 da BR 282, nas proximidades de Bom Retiro, Santa Catarina. O incidente começou quando o piloto, em voo solo, deslocou a aeronave de São José, SC, para transportar o proprietário e sua família de volta a Carazinho, RS. O voo de ida foi tranquilo e durou 1 hora e 55 minutos.
No retorno, com o proprietário a bordo, a aeronave apresentou um súbito disparo de hélice após 35 minutos de voo, já fora da área terminal de Florianópolis e nivelado no FL 085. Enquanto tentava regularizar a rotação, o piloto percebeu que a pressão do óleo havia caído a zero e que o óleo estava se depositando sobre a carenagem do motor, acompanhado por um forte cheiro de fumaça.
Diante das condições visuais favoráveis sobre a BR 282, o piloto decidiu fazer uma aproximação de emergência, buscando um trecho da rodovia sem curvas e sem tráfego. Após notificar o ACC Curitiba sobre suas intenções, o piloto iniciou o tráfego de emergência e cortou o motor na perna do vento. O pouso foi realizado na estrada com o trem de pouso recolhido, resultando em danos graves à aeronave. Milagrosamente, o piloto e os três passageiros saíram ilesos.
A investigação conduzida pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) revelou vários fatores contributivos para o incidente:
O piloto estava com o Certificado de Capacidade Física válido e possuía Licença de Piloto Privado com habilitação MNTE válida, mas não tinha experiência suficiente no tipo de aeronave empregada, com 90% de suas horas de voo realizadas em uma aeronave primária de instrução (Aeroboero AB-115).
As cadernetas da aeronave estavam desatualizadas e os serviços de manutenção foram considerados inadequados.
O vazamento de óleo ocorreu devido a uma perfuração na tubulação de alumínio do motor, causada pelo atrito com um parafuso do suporte secundário do alternador. O suporte do alternador havia se rompido anteriormente e essa discrepância não foi notada em inspeções anteriores.
O manual de serviços previa verificações regulares do estado da tensão da correia do alternador, do alternador e do motor de arranque, bem como da segurança do suporte do alternador, a cada 100 horas de voo.
O proprietário da aeronave não anotava cuidadosamente os dados e horas voadas nas cadernetas da aeronave.
FOTOS: Arquivos de Elza Bunn Varela e Antonio Carlos Varela
EDIÇÃO: Alceu J. Vieira
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